
Neste dia 30 de junho de 2026 a Comissão Permanente de Diversidades e Relações Étnico-raciais do Campus Cuiabá Bela Vista realizou a ação “Respeito é para todas as pessoas”, em alusão ao mês do orgulho LGBTQIAPN+.
Dois murais foram instalados no pátio do Bloco C com a proposta de criar espaço para reflexão, empatia e inclusão.
No primeiro mural foram colocados cartazes explicando sobre a importância do dia 28 de julho na luta contra a discriminação e preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+, reforçando a necessidade do respeito à diversidade e esclarecendo que o orgulho, neste caso, não significa vaidade, mas o contrário de vergonha.
No segundo mural a comunidade acadêmica pôde compartilhar mensagens de respeito e acolhimento, completando as frases “Respeito é…”, “Uma escola acolhedora é aquela que…” e “Eu posso contribuir para combater o preconceito quando…”.

Todos os estudantes e servidores que passaram pelo pátio na hora do almoço e que se sentiram à vontade puderam contribuir com o mural.
A comissão entende que a ação é de extrema importância para reforçar o papel inclusivo e acolhedor do ambiente escolar.
“Vivemos em um país democrático e laico e por isso devemos respeitar as liberdades individuais e combater todas as formas de violência contra pessoas oprimidas pela sua forma de viver e de se expressar,” afirmou a presidente Daryne Gomes da Costa.
O que pensam os estudantes
“Uma escola acolhedora é aquela que acolhe seus estudantes com respeito e empatia, independente de sua etnia, sexualidade e gênero.”
“Que valoriza a diversidade e promove segurança para todos os alunos.”
“Que respeita as diferenças, repudia quaisquer formas de preconceito e propõe ações de combate.”
“Respeito é aceitar as pessoas sem julgamentos.”
“Eu posso contribuir para combater o preconceito quando acolho quem menos é acolhido.”
O Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ é essencial para combater o preconceito, reduzir a violência e exigir políticas públicas de saúde e cidadania. A data nasceu da Rebelião de Stonewall, ocorrida em 1969, em Nova Iorque e dá visibilidade a quem vive à margem da sociedade.



